Déficits de Atenção e Hiperatividade

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Crianças com Déficit de Atenção apresentam comportamentos impulsivos (falam ou agem sem pensar) e bastante desatenção. Algumas possuem também hiperatividade, que é mais comum em meninos. Estas dificuldades possibilitam problemas de adaptação social, de aprendizagem e muitas dessas crianças ainda poderão apresentar dificuldades psicológicas, quando se tornarem adultas.

A impulsividade, quando na fase adulta, pode fazer o indivíduo fechar péssimos negócios, como: compra de automóveis, imóveis, celulares, planos de TV a cabo, entre outros, acima da sua condição financeira, justamente, porque age por impulso e não consegue pensar, antes de realizar a negociação, isto inclui tomar empréstimos que, provavelmente, irá piorar, ainda mais, a sua vida social, financeira e psicológica. Os problemas vão aumentando, como uma bola de neve (metáfora).

Imagine ainda, se no meio dessa bola de neve, esse indivíduo for apresentado à droga, seja ilícita (maconha, cocaína, crack, etc.) ou lícita (cigarro ou bebida alcoólica).

Há diversos estudos na literatura científica demonstrando que uma pessoa com Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade apresenta excesso de ondas lentas (Delta e Theta) na região pré-frontal (testa). É importante, contudo, em primeiro lugar, separar a pessoa que tenha déficit de atenção das pessoas que apresentam outros problemas que também afetam a atenção, como: cliente com história de trauma, transtorno de ansiedade e/ou depressão, porque, estes usuários também apresentarão prejuízos na atenção.

Com o neurofeedback, o neurocientista pode inibir (baixar) ou aumentar ondas cerebrais em qualquer área do cérebro. No caso de déficits de atenção, normalmente, os neurocientistas do neurofeedback inibem as ondas lentas (delta e theta 0,5 – 4 e/ou 4-7) que estejam em excesso, sobretudo, nas áreas pré-frontais e aumentam as ondas de processamento (beta baixa 12-15), além de se treinar o foco fechado e aberto (concentração) com a hemoencefalografia, que é uma banda (faixa-sensor) com infravermelho, onde estimulamos o aumento do fluxo sanguíneo, que se transforma em energia exotérmica e dispara os neurônios dessa área pré-frontal, que é o lugar de maior dificuldade do indivíduo que possui TDAH.

Veja também:

O que é o Neurofeedback?

Tratamento com Eletroencefalografia(EEG)

Tratamento com Hemoencefalografia(HEG)

Depressão

Curso em Neurofeedback Básico